quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Agentes da Polícia Federal prederam na manhã desta quarta-feira os dois ex-governadores do estado do Rio de Janeiro Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho (PR). A prisão foi decretada após suspeita de financiamento ilegal de campanha e cobrança de propina. Anthony foi preso na capital em seu apartamento e Rosinha foi detida em Campo dos Goytacazes.
Após exame de corpo de delito no IML, Anthony foi levado para o quartel dos bombeiros de Humaitá, na zona sul do Rio. De acordo com a SEAP (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária) Os dois ficarão detidos na Cadeia Pública Frederico Marques em Benfica, na zona norte, mesmo local onde estão presos Sérgio Cabral e outros réus da operação Lava-Jato da Polícia Federal.

A ação investiga crimes de corrupção, concussão, participação em organizações criminosas e irregularidades na prestação de contas eleitorais.

A PF diz também que Anthony garotinho cobrava propina nas licitações da Prefeitura de Campos e exigia pagamentos para que os contratos fossem reconhecidos pelo poder público.

Os pedidos de prisão foram feitos pelo Ministério Público Eleitoral. Além de Anthony Garotinho e Rosinha, foram expedidos outros sete mandados de prisão. Entre os alvos, também está um o ex-secretário municipal do governo de Campos Suledil Bernardino.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Mega-Sena poderá pagar R$ 77 milhões nesta quarta-feira (6) para quem acertar as seis dezenas do concurso 1.965, que será realizado às 20h.
Se aplicado na poupança, o prêmio pode render cerca de R$ 424 mil por mês.

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h (horário de Brasília) de hoje em qualquer casa lotérica do país.

O valor arrecadado com o concurso da Mega-Sena não é totalmente revertido em prêmio para o ganhador. Parte do montante é repassada ao governo federal para investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança, cultura e esporte.

Além disso, há despesas de custeio do concurso, imposto de renda e outros, que fazem com que o prêmio bruto corresponda a 46% da arrecadação. Dessa porcentagem:

35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (sena);

19% entre os acertadores de 5 números (quina);

19% entre os acertadores de 4 números (quadra);

22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5.

5% ficam acumulado para a primeira faixa - sena - do último concurso do ano de final zero ou 5.

Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.
Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior. Com informações da Agência Brasil.
O Conseg (Conselho Comunitário de Segurança) do Morumbi, zona oeste de São Paulo, emitiu certificados de "mérito", nesta terça-feira (5), aos 13 policiais civis que mataram 10 suspeitos de pertencerem a uma quadrilha especializada em assaltos a casas no bairro, na noite do último domingo (3).

Os policiais homenageados não compareceram à cerimônia para receber os certificados, marcada para a noite de terça, nos fundos do 34º DP (Distrito Policial), na Vila Sônia. "Os policiais não foram, mas as homenagens serão entregues. O Conseg vai ver um jeito de entregar, porque eles são merecedores de todo o apoio", afirmou o presidente do Conseg do Portal do Morumbi, Celso Neves Cavallini.

De acordo com Cavallini, a reunião, inicialmente tinha como objetivo comemorar o aniversário de 24 anos do Conseg, que visa "buscar a redução da criminalidade na região através do trabalho coordenado e articulado entre o poder público e a população".
Ao todo, o Estado de São Paulo tem 786 conselhos do tipo, sendo 86 na capital. Cada Conseg é homologado pela SSP (Secretaria da Segurança Pública). Para a homologação, é necessária a participação comprovada de dois policiais da área, normalmente o delegado do distrito mais próximo e o comandante da Polícia Militar no bairro. A participação dos moradores é voluntária.

Fonte: Uol notícias
A Polícia Federal (PF) encontrou um "bunker" com milhares de notas em reais que, de acordo com a operação deflagrada nesta terça-feira (5), é usado por Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Michel Temer (PMDB). A operação, autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasília, foi nomeada Tesouro Perdido e é a terceira fase da Operação Cui Bono.

Geddel foi citado mais de uma vez na delação premiada dos executivos do grupo empresarial J&F, que deu origem à investigação contra Temer. Segundo os depoimentos, ele seria o intermediário nas negociações com o presidente até o momento em que foi afastado da articulação do governo no Congresso. Apesar disso, ele não figura como investigado no inquérito.

Segundo a PF, as últimas fases da Operação possibilitaram encontrar o endereço em Salvador, que seria utilizado para armazenagem de dinheiro. Os valores apreendidos foram transportados a um banco para serem contabilizados e depositados em conta judicial.

Posteriormente, a Operação Sepsis, desdobramento da Lava Jato para investigar suposto esquema de pagamento de propina para liberação de recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS) , administrado pela Caixa Econômica Federal, foi vinculada à Operação Greenfield.

Já em janeiro de 2017, a PF deflagrou uma outra operação, a Cui Bono, que investiga um suposto esquema de fraude na liberação de créditos da Caixa entre março de 2011 e dezembro de 2013, período em que Geddel ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica do banco. Na ocasião, policiais federais cumpriram mandados na casa do político, apreendendo diversos documentos.
A prisão do ex-ministro de Temer, em julho desse ano, foi pedida pela Polícia Federal e por integrantes da Força-Tarefa da Operação Greenfield. A ação foi originalmente deflagrada em setembro de 2016 para apurar crimes de gestão temerária e fraudulenta cometidos contra alguns dos maiores fundos de pensão do país, entre eles Funcef, Petros, Previ e Postalis.

Ao pedir a prisão de Geddel, o Ministério Público Federal (MPF) acusou-o de tentar obstruir a investigação das supostas irregularidades na liberação de recursos da Caixa. De acordo com o MPF, a acusação foi fundamentada em informações fornecidas em depoimentos de Lúcio Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.

Fonte: Jornal do Brasil

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

O canal de Pabllo Vittar no YouTube foi invadido e sofreu modificações, como a exclusão do clipe “K.O”, que contava com milhões de visualizações, e a inclusão de uma foto do deputado Jair Bolsonaro(PSC-SP) sem camisa foi colocada no lugar da imagem de exibição do perfil.

O G1 entrou em contato com a equipe de Pabllo Vittar, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

O canal da cantora drag queen foi alterado entre domingo (27) e esta segunda-feira (28).

Além da exclusão do videoclipe de sucesso, os invasores incluíram três outros vídeos. “Meu Caterpie” e “O Cancro (feat. Inês & Bolsonaro)” já contavam com mais de 65 mil visualizações.

“Mansão Loli (Feat Alok & Ivete Sangalo)” mostra imagens da música “Open Bar”, de Vittar, mas teve o áudio modificado. A letra da canção substituta foi incluída na página. Há estrofes ofensivas e que fazem referência a pedofilia, como esta: "Pergunta pra ela que ela responde sem caô: / Prefere um de 12 anininhos / Ou um pedofag com ficha de abusador"